sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Comunidades Urbanas




Definição:
Uma Comunidade Urbana (acrónimo ComUrb), é uma área urbana portuguesa, um dos novos conceitos de subdivisão administrativa do país. Devem ter um número de habitantes superior a 150 000 e inferior a 350 000.

O Oeste:
O Oeste é uma comunidade urbana (ComUrb) portuguesa, com capital nas Caldas da Rainha. Agrupa 12 concelhos que somavam, no censo de 2001, 338747 habitantes.

Comunidades Urbanas do Oeste:
-Alcobaça
-Alenquer
-Arruda dos Vinhos
-Bombarral
-Cadaval
-Caldas da Rainha
-Lourinhã
-Nazaré
-Óbidos
-Peniche
-Sobral de Monte Agraço
-Torres Vedras

Caldas da Rainha é uma cidade portuguesa situada no distrito de Leiria, região Centro e subregião do Oeste, com cerca de 29 000 habitantes.
É sede de um município com 255,87 km² de área e 48 844 habitantes (2001), subdividido em 16 freguesias. O município é limitado a nordeste pelo município de Alcobaça, a leste por Rio Maior, a sul pelo Cadaval, a oeste pelo Bombarral e por Óbidos e a noroeste pelo Oceano Atlântico.
Na Praça da República (conhecida popularmente como Praça da Fruta) realiza-se todos os dias, da parte da manhã, ao ar livre, o único mercado diário horto-frutícola do país, praticamente inalterável desde o final do século XIX.
Ainda hoje as Caldas da Rainha mantêm como armas, o brasão da Rainha D. Leonor, ladeado à esquerda pelo seu próprio emblema (o camaroeiro) e à direita pelo emblema de D. João II (o pelicano). Ao manter estas armas, a cidade é das poucas povoações do país a possuir um brasão anterior à normalização da heráldica municipal levada a cabo no princípio do século XX.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Problemas Ambientais das Áreas Urbanas

Sabe-se actualmente que as cidades - sobretudo grandes áreas urbanas - criam os seus próprios microclimas. Isto ocorre por causa da grande extensão da superfície de certos materiais comuns nas cidades, tais como betão, asfalto e cimento, que originam ilhas de calor. Esses materiais retêm parte significativa da energia solar, fazendo com que o local possua uma temperatura média mais alta do que as áreas rurais que a cercam. As grandes metrópoles chegam a registar diferenças de temperatura superiores a 10°C entre os seus subúrbios e a sua área central.
A maioria das grandes cidades enfrenta um grande problema ambiental: a poluição atmosférica. Algumas cidades geram tanta poluição que o ar acaba por se tornar saturado de materiais exógenos, criando uma névoa espessa, de cor acinzentada denominada smog.
A poluição atmosférica, gerada pelas indústrias e veículos motorizados, é uma séria ameaça à saúde dos habitantes, sendo responsável por inúmeros problemas como alergias, doenças respiratórias, cardiopatias, stress, entre outros. Os problemas decorrentes da má qualidade do ar agravam-se principalmente durante os meses do inverno, devido a presença de um fenómeno conhecido como inversão térmica, que dificulta a dispersão dos poluentes.
Esgotos e efluentes industriais continuam a poluir muitos rios, lagos, aquíferos e zona costeiras, Isso causa danos à fauna e flora local.
O lixo é outro grande problema. Várias cidades têm dificuldades em livrar-se adequadamente de seu lixo. A quantidade de lixo que vai para os aterros sanitários cresce com o tempo, e acumula-se com rapidez, enquanto que incineradores geram poluição atmosférica.

Fonte: wikipédia

sábado, 19 de janeiro de 2008

Área Metropolitana de Lisboa


Lisboa é o pólo central da Área Metropolitana e da Região mais importante do País.
Assume esse papel nos planos económico, cultural, político e até simbólico.
A estrutura e o desenvolvimento equilibrado do País reclamam uma requalificação da centralidade que Lisboa tem naturalmente de assumir e, ao mesmo tempo, uma nova dinâmica de reequilíbrio regional e nacional.
Por outro lado, não é possível resolver adequadamente um amplo conjunto de questões urbanas como o transporte, as acessibilidades e os movimentos pendulares internos, o fim das barracas e os realojamentos, o saneamento e o tratamento dos resíduos sólidos, o turismo e outras actividades económicas, num quadro estritamente municipal.
A própria existência de empresas diferenciadas de carácter multi-municipal consagra essa constatação.
Estas realidades exigem a construção de um novo tipo de autarquias supra-municipais, baseadas em órgãos directamente eleitos pelas populações, capazes de gerir democraticamente estas situações.
As reservas à regionalização e a criação de estruturas mitigadas, sem competências e sem meios, incentivam as visões e práticas centralistas e governamentalizadas, agravam muitos problemas de ordem regional e metropolitana e adiam ou inviabilizam muitas soluções.

Objectivo estratégico:
A CDU continuará a bater-se pelo objectivo da regionalização e a criação da Região Metropolitana de Lisboa

Prioridades:
Desgovernamentalizar as estruturas existentes e incentivar a eleição directa da Assembleia e da Junta Metropolitana da Grande Área Metropolitana de Lisboa;
Contribuir para a definição de estratégias, de objectivos e de um programa metropolitano.

Outras acções:
Procurar consensos que ajudem a defender todos os que residem e trabalham na região;
Consensualizar intervenções entre municípios para as diferentes áreas e situações.

Fonte: http://pcp.am-lisboa.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=27

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007


Desejo
a todos os meus colegas
e professores
um Feliz Natal e
um bom Ano Novo!!!

Reflecção sobre o blog

Este blog foi uma forma diferente, pensada pelo professor para nos avaliar. O blog veio substituir outro elemento de avaliação que iríamos fazer, a realização de um portefólio individual.
De principio a realização deste blog não foi muito bem aceite pelos alunos... mas com o tempo e á medida que vamos descobrindo e aprendendo como funcionar com o blog, acho que se tem vindo a tornar uma ideia interessante e mais dinâmica para a realização deste tipo de avaliação.
Com a realização do blog para alem de sermos avaliados em termos da disciplina, aprendemos e desenvolvemos outros tipos de competências uma vez que cada vez mais é importante saber trabalhar com este género de coisas...
Na minha opinião acho que consegui cumprir com os meus objectivos, não sabia minimamente trabalhar com um blog, agora já sei muitas coisas mas espero vir a aprender muitas mais, e poder desfrutar das funções de um blog.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Quadro comunitário de apoio a agricultura

O Programa Operacional da Agricultura e Desenvolvimento Rural, vulgarmente designado de PO AGRO, enquadra-se no grande objectivo da estratégia do desenvolvimento agrícola e rural: incentivar uma sólida aliança entre a agricultura, enquanto actividade moderna e competitiva, e o desenvolvimento sustentável dos territórios rurais nas vertentes ambiental, económica e social.

A concretização deste objectivo integra os seguintes objectivos específicos:

-Reforço da competitividade económica das actividades e fileiras produtivas agro-florestais, salvaguardando os valores ambientais e a coesão económica e social.

-Incentivo à multifuncionalidade das explorações agrícolas, compensando-as pela prestação de serviços de carácter agro-ambiental ou outros de interesse colectivo, e contribuindo assim para a sua diversificação interna e viabilidade económica.

-Promoção da qualidade e da inovação da produção agro-florestal e agro-rural, com vista a obter um crescimento sustentado da produtividade e a responder eficazmente às novas exigências dos consumidores em matéria de qualidade e de segurança alimentar.

-Valorização do potencial específico dos diversos territórios rurais e apoio ao seu desenvolvimento e diversificação económica.

-Melhoria das condições de vida e de trabalho dos agricultores e das populações rurais, através do seu rejuvenescimento e qualificação, da promoção do emprego, da igualdade de oportunidades, da defesa dos rendimentos e da garantia de acesso aos recursos e serviços essenciais ao desenvolvimento humano.

-Reforço da organização, associação e iniciativa dos agricultores, nas vertentes socioeconómica e socioprofissional e dos demais agentes do desenvolvimento rural, considerando-os protagonistas e parceiros de primeira importância na definição e concretização da nova estratégia de desenvolvimento.

(continua... para mais informações aqui fica o link)
http://www.qca.pt/acessivel/pos/agro.asp

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Correcção do teste Novembro de 2007

Parte II

1
1.1 Os cinco principais problemas da agricultura são:
- Mão-de-obra pouco qualificada
- Mão-de-obra envelhecida
- Dificuldade em adaptarem-se ás novas tecnologias, continuam a insistir na agricultura tradicional
- Solos poucos férteis
- Infra-estruturas deficitárias

1.2- Em Portugal é difícil encontrar quem se dedique a tempo inteiro á agricultura. A maior parte dos agricultores tem alguma actividade complementar, a fim de garantir um maior rendimento. Por esse motivo nunca investem no desenvolvimento das propriedades e nas técnicas que estão a utilizar, pratica-se assim um plurirendimento e a pluriactividade.

1.3- As causas que levaram ao aparecimento da PAC foram:
- Equilibrar a produção dos produtos
- Melhorar a sustentabilidade das áreas rurais e a sua competitividade
- Apoiar o desenvolvimento da agricultura
- Tornar o mercado mais competitivo

1.4- As reformas operadas na PAC foram:
- Um incremento de um sistema de quotas
- Surgiu o set-side, tentando controlar assim a produção a fim de evitar excedentes e aumentar a produção dos produtos menos produzidos

1.5- O objectivo era rever as metas que tinham sido estabelecidas anteriormente, alterando algumas. Os objectivos eram:
- Uma simplificação da PAC
- Flexibilidade nas decisões de produção dos agricultores
- Eliminar os incentivos que tem efeitos negativos
- Prática de agricultura mais sustentáveis
- Distribuição de transportes e mais equitativas dos apois.